SEO Black Hat

Menu

SEO Black Hat

Um dos desafios constantes dos engenheiros dos motores de busca resulta do facto de haver, a todo o tempo, webmasters a tentarem enganá-los. É um jogo permanente do gato e do rato. A isso chama-se «SEO Black Hat».
Ao invés, o SEO praticado por profissionais íntegros e competentes designa-se por «SEO White Hat».

Um profissional de SEO apenas pode prometer o que é exequível, que é otimizar o site para atingir um posicionamento mais elevado nos motores de busca. Profissionais credíveis não prometerão resultados específicos nem venderão quaisquer posicionamentos.

SEO Black Hat

 

Deverá desconfiar-se de profissionais de SEO que:

  1. Garantam algum ranking;
  2. Não distingam entre resultados de pesquisa e links patrocinados que aparecem nas páginas de resultados;
  3. Gerem tráfego de falsos motores de busca;
  4. Coloquem links para sites de outros clientes seus em páginas de entrada (doorway pages) com redireccionamentos dissimulados;
  5. Se ofereçam para vender keywords;
  6. Detenham «domínios sombra» destinados a canalizar visitantes para outro site através de redireccionamentos enganosos;
  7. Não tenham o seu próprio site oficial listado no Google ou que tenham tido domínios banidos do Google;
  8. Operem com múltiplos aliases (nomes de domínio secundários associados a um domínio principal) ou informação WHOIS falsa;
  9. Não apresentem páginas optimizadas por si bem posicionadas no Google;
  10. Ofereçam serviços de submissões automáticas e massivas em motores de busca. Isso viola os Termos de Serviço do Google e pode conduzir a expulsão do site pelo Google.

10 Exemplos de práticas black hat

  1. Usar texto branco sobre fundo branco;
  2. Usar folhas de estilo CSS para esconder texto, por exemplo, reduzindo-o ao tamanho de um pixel;
  3. Colocar texto por trás duma imagem;
  4. Formatar o tamanho da letra para zero;
  5. Dissimular links em caracteres minúsculos, por exemplo, numa vírgula no meio dum parágrafo;
  6. Uso de redireccionamentos não autorizados (JavaScript redirects/doorway pages) ou de camuflagem do verdadeiro conteúdo da página (cloaking).
  7. Disponibilizar aos motores de busca uma página em HTML, apresentando aos visitantes uma página em Flash;
  8. Apresentar um conteúdo aos motores de busca e outro aos visitantes;
  9. Uso de palavras-chave incoerentes e desconexas do conteúdo da página;
  10. Uso de conteúdo duplicado em várias páginas, dentro ou fora do mesmo site.

Mais sobre Webmarketing


2018-05-03T08:00:51+00:00